O Novo Homem: Comportamento e escolhas

O homem, de fato, mudou. Mas essas mudanças são bem mais sutis do que imaginamos e diferentes para cada grupo social. Existem pontos comuns. Essa é uma das conclusões da mais nova pesquisa realizada pela Ibope Mídia. De forma abrangente, essa pesquisa tentou revelar o comportamento do novo homem, quais são os valores, como ele prefere gastar seu tempo, onde encontra satisfação e como é impactado entre outras coisas.

Abaixo segue um compilado com alguns resultados que a pesquisa identificou:

A percepção do impacto do tempo é diferente para os pais e para as mães

  • É difícil conciliar trabalho, paternidade/maternidade, e casamento para 47% dos pais e 68% das mães

Participação no mercado de trabalho

  • 57% homens; 43% mulheres
  • Embora as mulheres estejam em plena ascensão profissional, 57% dos cargos de direção e gerência são ocupados por homens
  • Os homens estão menos presentes no setor informal do que as mulheres

Família

  • O novo homem considera-se companheiro. Na opinião de praticamente todos, as parceiras podem contar com eles em qualquer situação. Este índice é ainda maior entre os pais (93%). Porém, somente 2/3 das mães partilham dessa opinião.
  • O reflexo do novo homem também se estende à família. O percentual de pais que deixaria de trabalhar para cuidar da casa ou dos filhos é o mesmo das mães – Aproximadamente 50%.
  • Além disso, praticamente 90% dos pais, consideram-se tão atuantes na criação dos filhos quanto as mães. Mais da metade deles concordam que são capazes de cuidar da casa e dos filhos sozinhos.

Satisfação

  • 94% dos homens estão satisfeitos com sua vida sexual
  • 95% consideram-se felizes
  • 59% estão satisfeitos com seu estilo de vida
  • 72 % gostariam de mudar algo em suas vidas

Escolhas

  • 23% estão dispostos a fazer cirurgia plástica
  • De modo geral, os homens estão muito satisfeitos com a aparência e para a grande maioria é muito importante manter-se jovem
  • O novo homem procura manter uma alimentação saudável e muitos pagariam qualquer preço pela saúde. Porém, ele não se importa com o conteúdo nutricional dos alimentos e um terço é fumante regular, principalmente os solteiros.

Gráfico de consumo de mídia

Internet

  • Os homens solteiros navegam consideravelmente mais na internet e vão mais ao cinema do que os casados. Porém, independente do estado civil, o envio de e-mails é a atividade realizada mais freqüentemente.
  • Os casados usam serviços bancários, consultam sites de negócios, realizam compras e investimento.
  • Já os solteiros tem afinidade com sites de comunicação, entretenimento para adulto, classificados, sites de download de softwares e músicas, sites esportivos e mensagens instantâneas.

Reflexões

  • O novo homem sabe onde quer chegar
  • Tem sede de mudança mas está satisfeito com seu estilo de vida
  • É ambicioso em relação ao trabalho
  • Valoriza as compras de qualidade
  • Juventude, estética e saúde são palavras-chave
  • Prefere o presente e faz questão de participar do dia-a-dia da família
  • Embora apresente traços de conservadorismo, está em constante evolução

Fonte: Ibope Midia

Marketing digital crescerá 10% em 2010

Em 2010, 84% das empresas brasileiras planejam realizar algum tipo de marketing online, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2009.

A constatação é da pesquisa Marketing Visão 360º realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing.

Além disso, entre as organizações que investem até R$ 1 milhão de reais/ano a expectativa é que as iniciativas no ambiente digital respondam por 50% do orçamento da área. Naquelas que investem acima de R$ 10 milhões, a participação deverá alcançar 25%.

A pesquisa ouviu, em setembro, 430 profissionais de marketing de companhias brasileiras e multinacionais, dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.

Fonte: Baguete

Pesquisa inédita iDig: presença de empresa no Twitter dobra número de mensagens…

A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig – Instituto Digital (www.idig-institutodigital.com.br) com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo.

Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009. Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas. Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor do iDig Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas. A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog. O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.

Veja os principais dados da pesquisa:

  • Das 50 marcas analisadas, 42% têm perfil no Twitter.
  • Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.
  • As marcas que têm perfil no Twitter correspondem a 74% das mensagens sobre marcas.
  • A presença no Twitter dobra a quantidade de mensagens sobre a marca.
  • As dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas.
  • Os setores com maior penetração no Twitter são telefonia, bebidas, automotivo e financeiro.
  • Em média, 11,2% das mensagens sobre marcas são retransmitidas pelos consumidores. O setor de cosméticos está significativamente acima desta média.
  • Além disso, a pesquisa monitorou o volume total de mensagens postadas (Tuits) no Twitter no Brasil e constatou, no período analisado, que:
  • A cada 600 mensagens (tuits), uma menciona uma das marcas analisadas.
  • A cada 33 segundos, há uma mensagem (tuit) mencionando uma das marcas analisadas.

Segundo Andréa Dunningham, Diretora Executiva do iDig, essa análise é o primeiro produto do iDig Monitor, que pretende colaborar com a disseminação de conhecimento no mercado digital.

A pesquisa está disponível gratuitamente no site do iDig (www.idig-institutodigital.com.br);

Sobre o iDig: O iDig é um Núcleo de Inteligência Digital sediado no Rio de Janeiro (RJ), que oferece capacitações para quem necessita aumentar sua expertise nas novas tecnologias de internet, com foco no universo corporativo e nas novas oportunidades de negócios.

Conta com professores altamente capacitados e atuantes no mercado digital e acadêmico, com formação em diversas áreas do conhecimento. Além de proposta pedagógica diferenciada, que alia conhecimentos de ponta à experiência prática de alunos em estudos de caso, o iDig também oferece cursos na área digital, sob demanda, para empresas.

A proposta conceitual do iDig é ser um centro de discussão e reflexão permanentes sobre as tendências do mundo digital, viabilizando também seminários, pesquisas e consultoria para os diversos segmentos de mercado.

Fonte: Segs

Internet é fonte confiável para 85% da elite brasileira, diz Ibope

A internet é uma fonte de informação confiável para a maioria da elite brasileira: de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (23), 85% da população com alto poder aquisitivo afirma que a rede é uma base de pesquisas precisas. O estudo foi feito pelo Ibope com 760 entrevistados, cuja idade variava entre 20 e 64 anos, e que representaram um universo de 2,4 milhões de pessoas –ou 5% mais ricos em nível socioeconômico– com acesso à internet nos últimos três meses.

Segundo a pesquisa, 91% do público consultado buscam dados na internet sobre produtos antes de uma compra. Quando comparado com argentinos, mexicanos e colombianos, o brasileiro é o menos conservador quanto às compras feitas on-line: 82% dizem que esse tipo de aquisição é mais conveniente, enquanto menos da metade dos outros latinos têm esta percepção.

Na hora de comprar, a maioria da população (81%) concorda que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade. A lealdade às marcas é evidenciada por 70% dos consumidores de alto padrão no Brasil, México e Argentina.

Smartphone

Em relação a intenção de compra nos próximos 12 meses, 50% dos brasileiros apontam o smartphone como objeto de desejo.

Quando questionadas, 76% das mulheres comprariam produtos para o cuidado com a pele, 50% optariam por um computador e 45% por roupas de grife. A média de gasto dessas mulheres com cosméticos, nos últimos 12 meses, foi de R$ 733.

Já entre o público masculino destacam-se produtos como telefone celular (57%), computadores (54%), perfumes (49%) e roupas de grife (41%).

Quando o tema é beleza, 50% dos homens adquiriram produtos para o cuidado com a pele para consumo próprio e 35% para dar de presente. O gasto médio anual masculino com presentes desta categoria é de R$ 616, enquanto o feminino é de R$300.

A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta –49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas.

Fonte: Folha Online

Áudio e Vídeo Online – Killer Facts

  • Youtube já alcançou a média de 1 bilhão de visualizações diárias, são aproximadamente 11.574 visualizações por segundo, 694.444 por minuto e 41.666.667 por hora.
  • It is estimated that the streaming media business segment will generate more than $78 billion in revenue in the United States over the next six years.
  • O crescimento do consumo de streaming se deu por maiores velocidades nas conexões de internet e tecnologias de compressão de audio e video mais apuradas.
  • Many14 to 18 year olds are now streaming music regularly online using services such as YouTube and Spotify.

At the same time less than a third of teenagers are now illegally downloading music, the survey suggests. In January this year 26% of 14 to 18 year olds admitted filesharing at least once a month compared with 42% in December 2007.

  • Os brasileiros confiam mais em anúncios de vídeo online – 54% contra 37% da média mundial.
  • O “Live Streaming” é uma aposta entre os sites das emissoras de TV do Brasil. O torneio de Wimbledon foi transmitido ao vivo pela página do SporTV e pelo Globo.com – mesmo para quem não é assinante. Em junho, o site do SporTV registrou 9 milhões de video views.
  • Multishow transmitiu o festival Planeta Atlântida e o show do Radiohead em São Paulo ao vivo pela Internet – enquanto, na TV, a apresentação da banda inglesa foi interrompida para dar lugar ao Big Brother Brasil. O site busca, assim, ter vida própria; quer deixar de ser só um complemento do canal.

“Não esperamos que os telespectadores caiam no canal 42 e, então, nos visitem. Nós vamos lá na Internet buscá-los”, diz Daniela Mignani, gerente de marketing do Multishow.

  • Terra TV atinge picos de audiências durante “Live Streamings“: nas coberturas do carnaval de Salvador e transmissão de jogos de futebol. Uma partida do último Campeonato Sul-Americano Sub 20, entre Brasil e Argentina, registrou 387 mil “Webespectadores[1]“. Uma audiência notável quando comparada com a da TV paga.
  • Em Portugal prevê-se que o consumo de Internet ultrapasse a TV tradicional em Junho de 2010: 2,5 dias por mês passados na Internet versus 2 dias passados a ver TV tradicional(3), o que significa uma mudança na forma de consumo e não um decréscimo de utilização da televisão ou do computador.
  • Nos próximos cinco anos, a Microsoft prevê que o conteúdo de vídeo em formato longo e o IPTV se irão tornar no padrão de TV que, na realidade, se trata de um PC, eliminando a necessidade de ver TV em tempo real.
  • Estudo da Microsoft indica que o conteúdo de sites de notícias online inclui agora uma mistura de fotografias criadas pelo utilizador (58%), vídeos amadores (18%) e artigos independentes (15%).
  • Se as músicas são amplamente distribuídas pela web, o mesmo ainda não acontece com os filmes. O download deles não é tão popular pois muitas vezes os arquivos têm qualidade inferior ou contêm vírus, além de não ser confortável assisti-los no monitor. Com isso, o cinema segue como uma diversão na qual os adolescentes ainda gastam suas mesadas, especialmente pelo lado social do evento.
  • Adolescentes são “muito relutantes” em pagar por música e a maioria nunca comprou um CD. A principal forma de acesso a canções são os sites e ferramentas de trocas de arquivos.
  • Segundo pesquisa do UK Music, 86% já copiaram um CD para um amigo; 75% enviaram musica por e-mail, Bluetooth, Skype ou MSN; 57% já copiaram a coleção de musicas completa de um amigo; 39% já baixaram música. Há um interesse real por novos serviços legalizados. 85% dos usuários de sites P2P disseram que se interessariam em pagar por um serviço de download ilimitado de MP3, tipo pega-o-que-você-quiser, de um site de armazenamento online; e 38% já riparam stream de TV, rádio ou internet.
  • A transição dos CDs para os downloads representou um retorno ao mundo dos “compactos”. Dados da Entertainment Retailers Association revelam que apenas 10,3 milhões dos 139,8 milhões de álbuns vendidos no ano passado foram downloads.
  • Desde fevereiro deste ano o Sonora está com o conteúdo aberto grátis. Tem 200 mil assinantes e cresce numa base de 2.500 por dia. Isso no modelo gratuito, pois há três planos pagos, de 9,90 a 19,90 reais por mês. O plano grátis dá direito a 20 horas por mês – e anúncios entre as músicas. Nos planos pagos é possível baixar, mas ainda com os indefectíveis DRMs.
  • O Spotify tem mais de 1 milhão de usuários só na Inglaterra e cresce a uma base de 20 mil pessoas assinantes diários. Lá já estão Caetano, Chico e até uns sertanejos. Há bons nomes de música clássica também – isso, no Sonora, nem em sonho. Uma coisa bacana é que, assim como a Last.fm, ele contextualiza os artistas, com dados sobre biografia e discografia. O Sonora não tem isso.

Fontes:

http://godfathertheblog.wordpress.com/
http://mediamemo.allthingsd.com/20090609/survey-says-web-video-watchers-arent-pirates-but-may-be-ready-to-cut-the-cable-cord/
http://www.musically.com/theleadingquestion/downloads/090713-filesharing.pdf
http://www.microsoft.com/portugal/imprensa
http://www.scribd.com/doc/14065700/Europe-Logs-On
http://www.slideshare.net/crossthebreeze/europe-logs-on-1262605
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/07/13/morgan-stanley-publica-relatorio-de-garoto-de-15-anos-sobre-twitter-publicidade-midia-online-756791045.asp
http://inf.unisul.br/~ines/workcomp/cd/pdfs/2353.pdf
http://gersonrolim.blogspot.com/2009/07/live-streaming-essa-moda-vai-pegar.html
http://www.ukmusic.org/research?readmore=1
http://technology.timesonline.co.uk/tol/news/tech_and_web/article6788045.ece

Twitter and Status Updating, Fall 2009

No último mês de Outubro foi divulgada uma pesquisa sobre o Twitter e o comportamento de seus usuários realizada pela Pew Internet & America Life Project. Algumas conclusões retiradas da pesquisa estão abaixo:

  • One in five internet users are now on Twitter or another status update device.
  • Some 19% of internet users now say they use Twitter or another service to share updates about themselves, or to see updates about others. This represents a significant increase over previous surveys in December 2008 and April 2009, when 11% of internet users said they use a status-update service.
  • Three groups of internet users are mainly responsible for driving the growth of this activity: social network website users, those who connect to the internet via mobile devices, and younger internet users – those under age 44.
  • In addition, the more devices someone owns, the more likely they are to use Twitter or another service to update their status. Fully 39% of internet users with four or more internet-connected devices (such as a laptop, cell phone, game console, or Kindle) use Twitter, compared to 28% of internet users with three devices, 19% of internet users with two devices, and 10% of internet users with one device.
  • The median age of a Twitter user is 31, which has remained stable over the past year. The median age for MySpace is now 26, down from 27 in May 2008, and the median age for LinkedIn is now 39, down from 40. Facebook, however, is graying a bit: the median age for this social network site is now 33, up from 26 in May 2008.
  • It will probably become more difficult to track status updating as an independent activity as social network updates feed into Twitter and vice versa. For now, it is clear that a “social segment” of internet users is flocking to both social network sites and status update services. This segment is likely to grow as ever more internet users adopt mobile devices as a primary means of going online.

Fonte: PewInternet

94% dos brasileiros não tem banda larga

Adianta falar em inclusão digital sem conexão veloz? Governos de todo o mundo já discutem como universalizar o acesso rápido, mas o Brasil ainda engatinha nesta questão

Existe um Brasil que não consegue assistir a vídeos no YouTube. Que não tem perfil no Facebook, não acompanha a dinâmica do Twitter nem sonha em entrar no Google Wave. Entra no MSN, mas precisa de nove horas para fazer o download do programa – isso quando a conexão não cai. É o Brasil desconectado – ou 94,2% do nosso País.
O Banco Mundial já avisou: cada vez que as conexões rápidas aumentam em 10%, o PIB de um país cresce 1,3%. Estamos longe disso: hoje a internet banda larga no País chega a 5,8% da população.

O governo federal se prepara para lançar ainda neste mês o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende levar internet rápida a quase 80% dos municípios brasileiros. O plano prevê a expansão do acesso com planos, segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, de até R$ 9,90. A meta é expandir o acesso domiciliar – mas, segundo o coordenador dos projetos de inclusão digital do governo federal, Cezar Alvarez, “seria ingenuidade pensar em atingir o universo da população com conexões individuais”. Para ele, é preciso investir também em acessos coletivos.

O plano está sendo discutido por um grupo de trabalho interministerial. O governo ainda não revelou se a rede de banda larga será administrada por uma empresa estatal, por exemplo, mas parte dessas dúvidas devem ser sanadas hoje. A Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência realiza hoje, em Brasília, um seminário internacional sobre o assunto com a participação dos ministros Hélio Costa e Paulo Bernardo (Planejamento), Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel, e outros especialistas internacionais. O Plano Nacional está na pauta. Segundo o coordenador do evento, Gabriel Laender, a definição do texto “já foi praticamente concluída”. “Estamos num momento de revisão e articulação final”, disse.

Não se sabe ainda qual é o conteúdo, mas as metas são ambiciosas. Augusto Gadelha, secretário de Política da Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, diz que em cinco anos a banda larga atingirá um “porcentual significativo de domicílios e todas as escolas urbanas e órgãos públicos do País”. “Poderemos estar entre os dez países com maior penetração de banda larga do mundo”.

Internet cada vez mais veloz

Uma pesquisa conjunta das universidades de Oxford, na Inglaterra, e Oviedo, na Espanha, mostrou que, neste ano, a velocidade média da banda larga aumentou 45% em comparação com o ano anterior. A Coreia do Sul, líder do ranking, tem 97% de suas residências conectadas – o que leva a uma mudança no perfil de consumo, com a mídia física sendo substituída por músicas, filmes e livros digitais. É o Japão, no entanto, o dono da web mais veloz, com conexão média de 60 Mbps.

A importância de 2009, no entanto, não está nos dados de web ultravelozes, mas na iniciativa de diversos países para que uma conexão 1 Mbps seja garantida, colocando a web no mesmo patamar de serviços básicos como água e eletricidade. Começou com o primeiro ministro inglês Gordon Brown, que anunciou um projeto para a expansão da banda larga para todos os ingleses. Depois, Finlândia e Itália foram mais longe e colocaram a banda larga como um “direito fundamental”. E tudo indica que é apenas o começo.

Fonte: Estadao

Ajude também o Pro Criança Cardíaca no SouMaisWeb

A prática esportiva é essencial para manter o coração saudável, mas nem todos nascem com um bom coração. No Brasil existe um grande número de crianças com cardiopatia congênita (5 em cada 100) e muitas não têm condições de fazer o tratamento adequado. Como o tema do último #SouMaisWeb do ano é Esporte e Internet, iniciamos uma parceria com o Pro Criança Cardíaca, uma instituição que cura pequenos corações doentes.

O Pro Criança Cardíaca é uma organização médica sem fins lucrativos criada há 13 anos com a missão de dar assistência à criança cardíaca carente, que se mantém com o apoio e doações de empresas, benfeitores e voluntários. No Projeto, as crianças têm atendimento de qualidade, são submetidas a cirurgias, recebem todo o apoio no pós-operatório, que inclui, além das consultas regulares, o fornecimento de cesta básica, medicamentos, roupas, brinquedos e livros. Tudo para garantir uma boa recuperação.

“Nem todos têm um bom coração. E você?”

Venha ao #SouMaisWeb e ajude com a doação de 1 lata de leite Ninho ou 1 lata de Achocolatado. Fique à vontade para contribuir, se preferir, com qualquer alimento não-perecível.

Conheça o Pro Criança Cardíaca e siga o Projeto no Twitter (@Pro_Crianca).

Para se inscrever no debate e conhecer mais sobre o SouMaisWeb, é só preencher esse formulário aqui

Um abraço a todos e espero vê-los na última edição do #soumaisweb do ano, dia 5 de dezembro.

Tópicos globais de mídias sociais

Esses são alguns dos tópicos abordados na pesquisa:

Three things to take away

  • Social media truly global
  • Enabling a shift in the web towards emerging Internet markets
  • Global consumer networks change everything

Why do new web markets lead?

  • Independent information
  • Free entertainment
  • New to the web
  • Less competition from traditional media and home technology

Social media is driving usage

  • Encouraging user take up
  • Driving web usage in emerging markets
  • Bypassing traditional technologies

Global understanding

  • We know global people as individuals
  • Connected across borders
  • Erodes mistrust and nation concept

Social Media – driving global web

  • Social media presence needed everywhere
  • Engage with global opinion forming audiences
  • The future is global

 

Fonte: Trendstream via Slideshare

Pesquisa sobre mídias sociais – Iab

Abaixo, alguns tópicos da pesquisa.

European results from the Global Web Index

  • Social Media involvement across Europe
  • Motivations to use the web
  • Impacts
  • Evolution

Social makes search even more important

  • Funnelling demand
  • Managing reputation
  • Overlaying of the social graph
  • Going mobile

Social will inform everything and everywhere

  • Immediate social group
  • Connected group
  • People like me
  • Actions, behaviour and reviews will be overlaid on our real life experience

Wrap up Active

  • Social media involvement is big
  • Passive impact is bigger
  • Social is powerful and impacts purchase decisions
  • Embrace conversation and relationship

Fonte: Globalwebindex (Via Slideshare)

Wrap up Active social media involvement is big Passive impact is bigger Social is powerful and impacts purchase decisions Embrace conversation and relationship