Internet pra quê? (decepcionante experiência de tentar comprar carro pela web)

Nunca pensei em comprar um carro. Mesmo naquela fase de 17-19 anos, quando os amigos ganham carros dos pais, outros compram, alguns se endividam até a velhice pra impressionar as gatinhas… Nem nessa época fiquei tentado.

Sempre vi carro como um gasto desnecessário. Além da grana de comprar o veículo, tem o seguro, IPVA, manutenção, combustível, “10 real” do flanelinha… Enfim, carro pra mim é igual a dinheiro jogado fora (calma, entendo que quase todo brasileiro discorda de mim, sem problemas…).

No entanto, por causa de umas mudanças recentes na minha vida pessoal e profissional, vou precisar comprar um carro (“finalmente”, alguns amigos dizem). Pois bem, a primeira coisa que fiz (note que eu sequer sei as marcas existentes – é sério – totalmente off-carro!) foi procurar nos sites das montadoras mais informações sobre os modelos e valores.

O tipo de carro que mais me atraiu é o semicaminhonete (em alguns sites chamam de SUV, embora não faça ideia do que isso significa). Esses veículos não são particularmente baratos…

Naturalmente, por esses e outros fatores, achei que a melhor coisa que poderia fazer era pesquisar nos sites. Além de muitas imagens e vídeos, imaginei a vantagem de customizar o carro, brincar com os acessórios (tirando e colocando coisas opcionais), mudar cor e, acima de tudo, me parecia lógico pensar que o preço seria menor on-line e que eu teria um atendimento melhor.

Decepção total.

No podcast você vai ouvir um pouco de como foi a experiência em cada site. Acho que mandei pedido (sério, verdadeiro, com dados reais etc.) para todas as montadoras entrarem em contato para efetuar a negociação e, eventualmente, a venda. NENHUMA me respondeu no prazo de cinco dias úteis (não vou esperar mais, claro…).

Fiquei surpreso com o site fraco de algumas, os problemas de acessibilidade e o fato de que todas as montadoras acham que todo mundo conhece cada modelo a fundo! Tem site que sequer segmenta o veículo (esporte, pick-up, passeio), nem explica por que um modelo custa 50 mil e outro 52 mil (do mesmo carro, mesmo ano…)!

Por isso o título da coluna (Internet pra quê?). Poxa, por qual motivo a empresa gasta com internet, investe em infra, pessoal ou imagem e, na hora de VENDER, ganhar dinheiro, os caras desconsideram solenemente o e-consumidor. É melhor não oferecer esse serviço (customização do carro seguida de ‘peça uma proposta ao revendedor’). Ao menos não irá levantar expectativas que, quando não cumpridas, acabam com a percepção da marca e a credibilidade/confiança dos esforços de comunicação da empresa…

Bem, aos amantes, dependentes e consumidores em geral de carros, acho que vale usar seus próximos cinco minutos ouvindo o podcast.

Sites analisados:
Volkswagen
Fiat
Ford
Renault
Honda
Toyota
Chevrolet – No Safari deu bugs diversos e no FireFox sequer abriu a opção de montar o meu veículo!
Chrysler
Chana
Kia – Minha escolha!
- Sobre a Kia (em matéria da revista Época)

Post originalmente publicado na minha coluna no Nós da Comunicação.

Podcast – FormSpring: meus pitacos sobre a ferramenta

Em meados de dezembro (talvez por uns três dias…) muito se falou sobre o FormSpring. Blogs e perfis no Twitter discutiam a ferramenta e muitas novas contas foram criadas. Eu também soube do FormSpring via Twitter e decidi experimentar.

Apesar de ser, majoritariamente, para relacionamento pessoal e entretenimento (e não há o menor problema nisso, totalmente normal), parte dos usuários dá foco mais profissional às interações. Um dos perfis de que mais ouvi falar é o do César Maia (ex-prefeito do Rio de Janeiro) e acho que realmente é um exemplo bacana. Ogoverno de São Paulo também está por lá, além de – claro - Bruna Surfistinha.

No podcast trato disso e falo um pouco sobre como acho que a ferramenta poderia ser utilizada, entre outras coisas. Para ouvir, clique aqui.

Podcast – Conveniência: sucesso do conteúdo multimídia

Você já deve ter percebido o aumento na quantidade de conteúdo em áudio e em vídeo por aí. Mais que isso, a cada dia aparecem novos serviços também (como o 12seconds, o próprio Gengibre, entre outros). Os números que evidenciam essa tendência inevitável são muito impressionantes. O YouTube, por exemplo, tem mais de 1 bilhão de visualizações diárias – quase 700 mil por minuto! Fora isso, o mercado é promissor: espera-se que só a área de streaming movimente, sozinha, quase US$ 80 bilhões até 2015…

Como não poderia deixar de ser, aqui no Brasil a gente está sempre muito “saidinho” em relação à internet. Mais da metade dos nossos internautas confia em anúncios em vídeos on-line (54%, contra a média mundial de 37%). Iniciativas como o recente trabalho do Multishow (por exemplo, com o Planeta Atlântida ou o show do RadioHead) e do Terra (que teve quase meio milhão de web-espectadores no Brasil x Argentina do Mundial sub-20) mostram um pouco do que grandes players estão fazendo para apostar nesse tipo de conteúdo.

Naturalmente, há diversos fatores que explicam o crescimento do consumo e da produção de conteúdo multimídia. É sobre este assunto que trato no meu podcast – no Gengibre do Nós. Estou fascinado com esse movimento e coloco um pouco da minha visão neste áudio (nossa, até me confundiu os sentidos!).

Ficaria feliz de ouvir/ler o que você pensa do assunto e como você (ou a empresa em que atua…) está se preparando para esta onda.

Espero que gostem do PODCAST > ‘Conveniência: sucesso do conteúdo multimídia

Podcast – Internet: uma nova Região Cultural?

A importância da cultura no planejamento estratégico de e-soluções é tão relevante que alguns pesquisadores chegam a propor que a internet seja tratada como uma “região cultural” à parte. Ou seja, estes profissionais (acadêmicos e/ou práticos) sugerem que modelos de análise e entendimento de culturas (como os valores culturais propostos por Geert Hofstede) não se aplicam à internet, pois o ambiente on-line possui características muito particulares. Em alguns casos, pessoas de culturas diferentes (e, por consequência, com percepções e expectativas distintas em relação à sua experiência no mundo digital) adotam comportamentos e valorizam coisas semelhantes na internet – o que jamais fariam no mundo off-line!

É vital que a presença online de sua empresa (se for uma organização internacional/multinacional então…) esteja preparado para ser uma potente ferramenta de comunicação e relacionamento no ambiente em que está inserida. Por isso, conhecer bem como é a cultura local, o que seus stakeholders valorizam, como se aproximar deles e como se tornar mais familiar é peça-fundamental no sucesso de qualquer empreendimento on-line.

Ouça agora o podcast: Internet: uma nova Região Cultural?

Referências:

Essa surpreendente e relevante relação de Cultura e Internet tem me motivado a estudar muito o assunto. A seguir, recomendo algumas fontes de conteúdo sobre o tema. Infelizmente, a literatura associando características sociais com o ambiente online são raras no Brasil. Assim, quase todas as minhas sugestões são em inglês:

Curso de Redes Sociais no RJ (Março, R$ 450,00)

Local:Rio de Janeiro
IETV – Rua Barão do Flamengo, nº 32 / 3º andar – Flamengo

O curso será ministrado por Nino Carvalho – especialista em Estratégias de Marketing Digital e consultor para organizações do Brasil e exterior.

O programa contempla aspectos fundamentais das redes sociais, perfil de quem é o usuário dos sites e serviços sociais no Brasil, as diferentes características e aplicabilidades das redes sociais e os principais conceitos para gerenciar perfis nestes ambientes (sejam marcas, produtos, serviços, pessoas).

As aulas serão expositivas, expositivas dialógicas e de discussão em grupo, com a finalidade de desenvolver a formação de uma visão crítica fundamentada (idéias próprias, hipótese, pontos de vista), motivando a auto-conscientização sobre o processo de construção do conhecimento, originando no aluno atitude reflexiva em relação aos fenômenos e problemas do mundo real.

Serão utilizados vídeos, cases, análises de perfis sociais, discussões em grupo, além das aulas expositivas.

Dias: 9, 10, 11 e 12 de março, de 19 às 22h.

Conteúdo

Aula 1
- Apresentações e agenda;
- Conceitos básicos de marketing, relacionamento e redes sociais;
- Internet – cenário atual e tendências.

Aula 2
- Mudanças sociais;
- Perfil do usuário de redes sociais no Brasil.

Aula 3
- As redes sociais e suas características;
- Cases nas redes sociais;
- Possibilidades de atuação.

Aula 4
- Planejamento de atividades em ambientes sociais;
- Primeiros passos;
- Equipe, funções e competências;
- Comunicação;
- Guidelines – o que fazer e o que evitar.

R$ 450,00
Inscreva-se aqui
Veja a lista de empresas conveniadas

Mídias Sociais crescem, particularmente entre jovens adultos

Fonte: Marketing Charts

Social networking has risen among all age groups in the past few years, particularly among teens and younger adults, according to research from the Pew Internet & American Life Project.

Pew research indicates that in 2009, 73% of online teens used social networking sites in 2009, compared to 47% of online adults. Breaking down online adults into older and younger demographics, 72% of adults 18-29 use social networking sites, compared to 40% of their counterparts 30 and older.

Facebook is Tops with All Adults

Social networking adults in all age brackets favor Facebook by a wide margin, with older adults preferring it slightly more. Seventy-three percent of all adults 18 and older who use social networking sites have a Facebook account. Broken down by age demographic, this includes 71% of adults 18-29 and 75% of adults 30 and older.

pew-adult-sns-users-have-profiles-age-group-feb-2010.jpg

In contrast, 48% of all adult social network site users have a MySpace account. The younger generation is much more apt to use MySpace, with 66% of social networking adults 18-29 having a MySpace account, but only 36% of the 30 and older bracket. Usage rates for the professional networking site LinkedIn are the reverse of MySpace. Fourteen percent of all adult social networking site users have a LinkedIn account, which breaks down to 7% of adults 18-29 and 19% of adults 30 and older.

Younger Adults More Apt to Tweet

Tiwtter and other status-updating sites are more popular with younger adults than older adults. Thirty-seven percent of online adults 18-29 use Twitter or another status-updating site, compared to 9% of 50- to 64-year-olds and only 4% of online adults 65 and older. The overall Twitter/status-updating site usage rate among all adults is 19%.

Older Adults Blog More
Blogging is becoming more popular with older adults and less popular with younger adults.
While blogging among adults as a whole has remained steady, the prevalence of blogging within specific age groups has changed dramatically in recent years. Specifically, a sharp decline in blogging by young adults has been tempered by a corresponding increase in blogging among older adults.

  • In December 2007, 24% of online 18-29-year-olds reported blogging, compared with 7% of those ages 30 and older.
  • By 2009, just 15% of internet users ages 18-29 maintained a blog, a nine-percentage-point drop in two years. However, 11% of internet users ages 30 and older maintained a personal blog.

Almost Everyone Under 30 is Online

Seventy-four percent of all adults 18 and older go online. This percentage climbs to 93% for both 12-to-17-year olds and 18-to-29-year-olds. Even among adults 65 and older, the least likely age demographic to use the internet, 38% of the population is online.

pew-change-internet-use-age-feb-2010.jpg

Other Findings

  • Eighty-one percent of adults between the ages of 18 and 29 are wireless internet users. By comparison, 63% of 30-49-year-olds and 34% of those ages 50 and older access the internet wirelessly.
  • Roughly half of 18-29 year-olds have accessed the internet wirelessly on a laptop (55%) or on a cell phone (55%), and about one quarter of 18-29 year-olds (28%) have accessed the internet wirelessly on another device such as an e-book reader or gaming device.
  • Three-quarters (75%) of teens, 93% of adults ages 18-29, and 58% of 12-year-olds now have a cell phone.
  • Eight percent of internet users ages 12-17 use Twitter. This makes Twitter far less common than sending or receiving text messages — as 66% of teens do — or going online for news and political information, done by 62% of online teens.

Global Time Spent Social Networking Rises
In December 2008, global consumers spent an average of three hours, three minutes and 54 seconds on social networking sites, according to The Nielsen Company. That amount of time increased to five hours, 35 minutes and five seconds one year later. In addition, unique audience increased 27%, from 242 million in December 2008 to 307.4 million in December 2009.

The same Nielsen study revealed that Facebook dramatically increased its dominance of the US online social networking market between December 2008 and December 2009. In December 2009, Facebook recorded about 110 million unique visitors, a 100% increase from 55 million unique visitors in December 2008. MySpace, which remained the second-most popular US online social network, saw its number of unique visitors drop about 17%, from roughly 60 million in December 2008 to roughly 50 million in December 2009. While Twitter only recorded 18.1 million unique visitors in December 2009, this represented 579% growth from 2.7 million unique visitors a year earlier.

About the Study: This research is part of a Pew Research Center series of reports exploring the behaviors, values and opinions of the teens and twenty-somethings that make up the Millennial Generation.

FonteMarketing Charts

Marketing Digital B2B com muito potencial de crescimento

Fonte: Marketing Charts

B2B online marketing was worth $3 billion in 2009 and should grow at an annual compound rate of 12% to 2013, according to a new report from strategy consulting firm AMR International.

Social media spending is forecast to rise the most dramatically during the next three years, with a 21% compound annual growth rate. Other individual B2B marketing sectors with predicted growth rates higher than the overall rate of 12% include lead generation websites (17%) and online marketing services (15%). One sector, online directories, is expected to undergo negative compound annual growth of 2%.

amr-intl-b2b-online-mktg-forecast-feb-2010.jpg

Key findings of the report include:

  • Annual growth in US B2B online marketing spending is forecast at 8% in 2010 and is set to reach 14% by 2012.
  • Online accounted for 7% of the B2B marketing mix in 2008. This is set to reach 12% by 2013.
  • Two-thirds of B2B marketers believe that online must be complemented by traditional marketing activities.
  • Only 50% of B2B marketers formally analyze metrics to judge ROI, but those that do find online marketing more effective.

B2B Marketing Hiring May Improve

The projected growth in US online B2B marketing spending is good news for online B2B marketing professionals. The hiring market for these professionals is currently in a freeze,according to the latest Quarterly Digital and Direct Marketing Employment Report fromBernhart Associates Executive Search, LLC. Only 46% of digital and direct B2B marketing firms polled plan to hire new employees in Q1 2010. This is partly attributable to the relatively light impact of the recession on digital and direct B2B marketing.

FonteMarketing Charts

O Novo Homem: Comportamento e escolhas

O homem, de fato, mudou. Mas essas mudanças são bem mais sutis do que imaginamos e diferentes para cada grupo social. Existem pontos comuns. Essa é uma das conclusões da mais nova pesquisa realizada pela Ibope Mídia. De forma abrangente, essa pesquisa tentou revelar o comportamento do novo homem, quais são os valores, como ele prefere gastar seu tempo, onde encontra satisfação e como é impactado entre outras coisas.

Abaixo segue um compilado com alguns resultados que a pesquisa identificou:

A percepção do impacto do tempo é diferente para os pais e para as mães

  • É difícil conciliar trabalho, paternidade/maternidade, e casamento para 47% dos pais e 68% das mães

Participação no mercado de trabalho

  • 57% homens; 43% mulheres
  • Embora as mulheres estejam em plena ascensão profissional, 57% dos cargos de direção e gerência são ocupados por homens
  • Os homens estão menos presentes no setor informal do que as mulheres

Família

  • O novo homem considera-se companheiro. Na opinião de praticamente todos, as parceiras podem contar com eles em qualquer situação. Este índice é ainda maior entre os pais (93%). Porém, somente 2/3 das mães partilham dessa opinião.
  • O reflexo do novo homem também se estende à família. O percentual de pais que deixaria de trabalhar para cuidar da casa ou dos filhos é o mesmo das mães – Aproximadamente 50%.
  • Além disso, praticamente 90% dos pais, consideram-se tão atuantes na criação dos filhos quanto as mães. Mais da metade deles concordam que são capazes de cuidar da casa e dos filhos sozinhos.

Satisfação

  • 94% dos homens estão satisfeitos com sua vida sexual
  • 95% consideram-se felizes
  • 59% estão satisfeitos com seu estilo de vida
  • 72 % gostariam de mudar algo em suas vidas

Escolhas

  • 23% estão dispostos a fazer cirurgia plástica
  • De modo geral, os homens estão muito satisfeitos com a aparência e para a grande maioria é muito importante manter-se jovem
  • O novo homem procura manter uma alimentação saudável e muitos pagariam qualquer preço pela saúde. Porém, ele não se importa com o conteúdo nutricional dos alimentos e um terço é fumante regular, principalmente os solteiros.

Gráfico de consumo de mídia

Internet

  • Os homens solteiros navegam consideravelmente mais na internet e vão mais ao cinema do que os casados. Porém, independente do estado civil, o envio de e-mails é a atividade realizada mais freqüentemente.
  • Os casados usam serviços bancários, consultam sites de negócios, realizam compras e investimento.
  • Já os solteiros tem afinidade com sites de comunicação, entretenimento para adulto, classificados, sites de download de softwares e músicas, sites esportivos e mensagens instantâneas.

Reflexões

  • O novo homem sabe onde quer chegar
  • Tem sede de mudança mas está satisfeito com seu estilo de vida
  • É ambicioso em relação ao trabalho
  • Valoriza as compras de qualidade
  • Juventude, estética e saúde são palavras-chave
  • Prefere o presente e faz questão de participar do dia-a-dia da família
  • Embora apresente traços de conservadorismo, está em constante evolução

Fonte: Ibope Midia

Marketing digital crescerá 10% em 2010

Em 2010, 84% das empresas brasileiras planejam realizar algum tipo de marketing online, o que representa um crescimento de 10% em relação a 2009.

A constatação é da pesquisa Marketing Visão 360º realizada pela TNS Research International em parceria com o portal Mundo do Marketing.

Além disso, entre as organizações que investem até R$ 1 milhão de reais/ano a expectativa é que as iniciativas no ambiente digital respondam por 50% do orçamento da área. Naquelas que investem acima de R$ 10 milhões, a participação deverá alcançar 25%.

A pesquisa ouviu, em setembro, 430 profissionais de marketing de companhias brasileiras e multinacionais, dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis.

Fonte: Baguete

Pesquisa inédita iDig: presença de empresa no Twitter dobra número de mensagens…

A presença de uma empresa no Twitter é capaz de dobrar a quantidade de mensagens postadas sobre a marca nessa rede. A conclusão é de uma pesquisa inédita realizada pelo iDig – Instituto Digital (www.idig-institutodigital.com.br) com o objetivo de entender o uso do Twitter pelo mercado corporativo.

Nesse trabalho, realizado em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres, foram analisadas 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20 de setembro a 24 de outubro de 2009. Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia. São os consumidores, entretanto, que lideram as conversas.

Ao longo do período analisado, eles produziram cerca de 2.600 mensagens diárias sobre todas as marcas observadas. Embora as empresas que não têm Twitter também sejam muito citadas, o grupo que atua no microblog concentra 74% do volume total de mensagens trocadas no período. Segundo o consultor do iDig Claudio Torres, esse trabalho só reforça a tese de que a presença na rede social é de extrema importância para a construção da marca e de um canal de diálogo com os consumidores. Na maioria das vezes, diz ele, os usuários compartilham experiências de consumo e opiniões sobre as marcas.

A pesquisa constatou que as empresas dos setores de telefonia e automotivo são as que mais apostam na presença no Twitter. Mas, quando se observam os setores com mais penetração (quantidade de mensagens postadas pelas marcas e pelos consumidores), o quadro muda, passando à seguinte ordem: bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas, Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura estão entre as mais comentadas no microblog. O trabalho analisou também o grau de propagação das marcas no Twitter. Em média, 11,2% das mensagens postadas sobre as marcas são retransmitidas a outros usuários. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar.

Veja os principais dados da pesquisa:

  • Das 50 marcas analisadas, 42% têm perfil no Twitter.
  • Estas marcas têm em média 3.053 seguidores.
  • As marcas que têm perfil no Twitter correspondem a 74% das mensagens sobre marcas.
  • A presença no Twitter dobra a quantidade de mensagens sobre a marca.
  • As dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas.
  • Os setores com maior penetração no Twitter são telefonia, bebidas, automotivo e financeiro.
  • Em média, 11,2% das mensagens sobre marcas são retransmitidas pelos consumidores. O setor de cosméticos está significativamente acima desta média.
  • Além disso, a pesquisa monitorou o volume total de mensagens postadas (Tuits) no Twitter no Brasil e constatou, no período analisado, que:
  • A cada 600 mensagens (tuits), uma menciona uma das marcas analisadas.
  • A cada 33 segundos, há uma mensagem (tuit) mencionando uma das marcas analisadas.

Segundo Andréa Dunningham, Diretora Executiva do iDig, essa análise é o primeiro produto do iDig Monitor, que pretende colaborar com a disseminação de conhecimento no mercado digital.

A pesquisa está disponível gratuitamente no site do iDig (www.idig-institutodigital.com.br);

Sobre o iDig: O iDig é um Núcleo de Inteligência Digital sediado no Rio de Janeiro (RJ), que oferece capacitações para quem necessita aumentar sua expertise nas novas tecnologias de internet, com foco no universo corporativo e nas novas oportunidades de negócios.

Conta com professores altamente capacitados e atuantes no mercado digital e acadêmico, com formação em diversas áreas do conhecimento. Além de proposta pedagógica diferenciada, que alia conhecimentos de ponta à experiência prática de alunos em estudos de caso, o iDig também oferece cursos na área digital, sob demanda, para empresas.

A proposta conceitual do iDig é ser um centro de discussão e reflexão permanentes sobre as tendências do mundo digital, viabilizando também seminários, pesquisas e consultoria para os diversos segmentos de mercado.

Fonte: Segs